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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Transformação Completa

Meu Testemunho de Vida


Me chamo Paloma Marinho tenho 17 Anos

Aos meus 3 Anos de idade comecei a frequentar a igreja, ia com meus pais e meus irmãos, era uma criança muito obediente, e não dava trabalho aos meus pais, somente o de criança mesmo.
Quando foi chegando a minha adolescência, fui para uma iurd de bairro, e mudei de escola, aos meus 14 anos,comecei a me envolver com más companhias e aquela criança que era um doce viro uma adolescente rebelde, na iurd nova não queria saber de nada,me esfriei totalmente ia pra igreja por que meus pais me obrigava, foi então que conheci o mundo de "Torcida Organizada" entrei para torcida organizada, não tinha amor por ninguém agredia "todas e todos", não podia ouvir falar mal do meu time que eu ja queria arrumar confusão, em dia de jogos de outros times fazia questão de andar "fardada" pra arrumar  alguma briga, na escola ninguem podia me olhar torto que eu ja agredia.
Quando eu estava com os meus "amigos" eu era a pessoa mais "feliz" do mundo fazia todos rir, mais quando chegava em casa eu era muito rebelde e nervosa, teve vezes de eu ir pra cima da minha mãe pois eu não aceitava a preocupação dela comigo, a "felicidade" que eu tinha quando estava com os meus "amigos", nas noites ela se tornava Tristeza, Angustia, Vazio, ouvia vozes, via vultos, e tinha muito medo, quantas foi as noites sem dormi, eu era infeliz na minha vida sentimental, repeti de ano por causa das "baguças", não respeitava os professores e nem meus colegas, ja havia agredido meninos por me zuarem por causa da "Torcida", e eu não aceitava.

Foi então que no começo de um ano uma Obreira foi me convidar para voltar pra Catedral, de tanto ela insistir eu aceitei o convite, quando eu pensei que todos tinha me abandonado Deus não me abandono, cheguei no fundo do poço mais sedenta e disposta a largar tudo para mudar de vida. Então fui acolhida e tiveram total cuidado comigo, me orientaram e começaram a cuidar de mim, foi então que joguei tudo pro alto, no comeco foi uma guerra meus "amigos" me criticaram muito, então me entreguei de corpo, almaespírito, me batizei nas aguas, e comecei a buscar o encontro com Deus, logo enseguida aquelas pessoas que me criticavam comecaram a notar a diferenca e se afastaram-se de mim, pois viram que eu ja tinha escolhido meu caminho a seguir. Eu não parei por ai, as lutas comecaram a surgir, Mais sem luta não a conquista, depois do encontro com Deus comecei a buscar o Espírito Santo, e cada vez me dando mais e mais, sendo usada por Deus.  e
Aquela garota que era rebelde,não tinha amor a ninguem, foi liberta de todo mal, hoje eu tenho paz, aquele vazio que eu tinha foi preechido com  o amor de Deus, minha vida hoje é uma benção mais sei que Deus ainda tem muito pra me dar por que não para por aqui. E sei que no seu devido tempo ele ira preparar uma pessoa para que eu possa auxilia-lo.

Hoje sou Obreira do Grupo de Jovem da Catedral da João Dias, São Paulo z/s.
Minha Vida é servir a Deus e assim como fizeram comigo um dia, tiveram total cuidado comigo, irei fazer o mesmo a muitas outras pessoas, leva-los a conhecer o verdadeiro amor e o único caminho a seguir.
Que Deus venha me usar cada vez mais, pois o servo não escolhe ele obedece. 

O meu mandamento é este: amem uns aos outros como eu amo vocês.
Ninguém tem mais amor pelos seus amigos do que aquele que dá a sua vida por eles. (João: 15:12,13)

       
Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai; 
e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho (João: 14:12)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Inspiração de Deus!

Eu estava conversando com uma colega minha e ela contando seu testemunho para mim então decidi que estarei postando testemunho aqui em meu blog se o seu testemunho e forte e caso queira me conta me mande uma email para Vânia.nascimento@r7.com


Na Fé Vânia

"Exemplo a ser Seguido"


“Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte; sabendo-o as multidões, vieram das cidades seguindo-o por terra.” (Mt 14: 13).
Nesta ocasião citada no versículo acima, os discípulos haviam acabado de trazer a notícia da morte de João Batista. O  Sr. Jesus após ouvir o relato, preferiu retirar-se e ir para um lugar deserto.
Provavelmente Ele ficara triste e preferiu ficar sozinho. Mas... as pessoas o seguiram e quando Ele viu tamanha multidão, teve compaixão (pois eram como ovelhas que não tem pastor), curou, ensinou e ainda os alimentou (Mt 14:14-20).
Vejo nessa passagem que o Sr. Jesus poderia ter dispensado toda aquela gente para ficar sozinho, mas não o fez. Ele mesmo sofrendo considerou o sofrimento delas mais importante que o Seu.
Quantas vezes você se abate por conta de um problema e se esquece do seu próximo. Fica tão concentrado no trabalho e às vezes um amigo do seu lado está enfrentando problemas ou até uma depressão e você não percebe.
Antigamente, você não faltava por nada em uma evangelização e hoje uma simples dor de cabeça já é suficiente para você não se importar com o próximo. Você vê um companheiro de obra diferente e ao invés de procurar estender a sua mão para ajudar, você usa a sua boca para julgar.
Ele provavelmente tem enfrentado lutas, problemas e não está bem. Mas você não consegue enxergar isso, porque considera o seu problema mais importante. Lembre-se: Quem enxuga lágrimas alheias não tem tempo de chorar!
“...de graça recebestes, de graça dai.” (Mt 10:8).

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Cego na Calçada!


Era uma vez um cego sentado na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer.
Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
"Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem re-escreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu:
"Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.

O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la".
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...

Moral da história:
Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicarmos...
Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração?