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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Socorro!!!


 

Certa vez, quando ele ainda era pastor auxiliar de uma igreja em uma cidade pequena, resolveu tomar um banho de mar. Só que ele era bem gordinho e não sabia nadar. Mesmo assim, ele foi se aventurando cada vez mais, até que foi parar em um lugar tão fundo, que começou a afogar. Ele se debatia, emergia e afundava novamente. Todas as vezes que conseguia subir pra respirar, ele pensava em gritar por socorro, mas mesmo afogando, sempre lhe vinha na mente: “Todo mundo na cidade me conhece e sabe que eu sou pastor da igreja. Se eu gritar por socorro, o que eles vão pensar de mim? Eles vão dizer que o pastor estava se afogando!”



Ele não tinha coragem de pedir ajuda, e cada vez estava ficando mais fraco de tanto lutar sozinho pra tentar não morrer afogado. Foi quando ele, já sem forças, quase se entregando e afogando, se revoltou contra aquela situação. Assim que conseguiu colocar a cabeça pra fora d’água, ele gritou com todas as forças : “Tá amarraaadoo!!! Eu não vou morrer afogado nãoo!! JESUUSS!!!!!!!!” e berrou:“SOCOOOOOOORRO!!!”. Em questão de segundos, um surfista lhe puxou pra cima da prancha e disse: “Calma rapaz! Está tudo bem!”

Ele nos contou isso em uma reunião, e disse que, assim como aconteceu com ele, há pessoas que estão quase morrendo na fé, mas por terem um título de pastor, ou de esposa, ou de obreiro, ou de evangelista, ou até mesmo por serem pessoas que um dia serviram a Deus, mas hoje estão afastadas d’Ele, sentem vergonha de pedir ajuda. Elas se preocupam com o que vão pensar e dizer a seu respeito e, enquanto isso, vão afundando cada vez mais.



Hoje esse pastor é um homem de Deus, bem casado e com mais de 20 anos de ministério, abençoando as pessoas e levando-as a terem um encontro com Deus (eu fui uma delas). Mas se ele não tivesse se revoltado e pedido socorro, no dia seguinte sua morte iria virar manchete de jornal.



É como o bispo sempre diz: É melhor ficar vermelho de vergonha por um tempo, do que passar a eternidade com a alma nas garras do diabo.


É esse o espírito que as pessoas que estão afastadas a até mesmo aquelas que não sairam da igreja, mas estão distantes de Deus,











Disposição...

“Você está pronto?” perguntei ao jovem pastor. “Está preparado para viajar e fazer a obra de Deus fora do seu país?”


“Sim senhor!”



Apenas três dias dele ter deixado seu país e sua família, pediu em prantos para voltar.



Tímidos. Medrosos. Indecisos. Acomodados. Deus não pode trabalhar com eles.



Os 32 mil chegaram a sair com Gideão e acampar perto do vale onde estavam os midianitas. Mas quando chegaram lá, preferiram voltar. “Me dá o papel aí que diz ‘Tímidos e Medrosos’ que a gente assina em baixo.” E se foram.



Dizer que crê em Deus não é crer em Deus. Se apresentar para lutar não é lutar.



Deus usou um gesto de expressão corporal para separar os valentes dos desqualificados. Joelho no chão + boca nas águas = volte pra casa. De pé e alerta + trazendo a água á boca = junte-se a Gideão.



Injustiça? Detalhe insignificante? Não.



O que você faz não esconde o que você é. O corpo não mente.



Li uma vez que um estudo observou como as pessoas caminhavam. O passo, a firmeza, a velocidade. Descobriu-se que pessoas de sucesso caminham em média 25% mais rápido do que pessoas medíocres.



terça-feira, 26 de abril de 2011

Triste Testemunho...

Steven esteve na Obra de Deus há quase 2 anos. Nesse período, estava em Bogotá, Colômbia, quando foi transferido para Maicao, no mesmo país, para auxiliar numa igreja. Desde que ele entrou na Obra, sua mãe sempre ligava para saber como estava, e pedia para ele voltar para casa porque sentia muito sua falta, e que estava doente. Sua tia também ligava, falando a mesma coisa. Ele, por sua vez, já não estava envolvido com as coisas de Deus, e sempre reclamava que em Maicao fazia muito calor, a água era fria para tomar banho, que não tinha conforto, entre outras coisas, ou seja, começou a olhar para a condição do lugar, preocupando-se com sua própria vida.
Ele comentou que já não orava, tampouco jejuava, e deixou de se preocupar com as almas que Deus havia confiado em suas mãos, consequentemente, já não tinha comunhão com Deus, até que resolveu abandonar tudo e voltar para a casa dos pais.
Quando chegou a sua cidade, foi até a igreja, procurou o pastor e explicou o caso. Comentou que gostaria de ajudar, que continuaria na igreja, e não queria ser mais auxiliar, somente membro, ou até mesmo obreiro. Mas isso durou apenas uma semana, na qual participou das reuniões, pois no bairro onde morava, encontrou-se com supostos antigos “amigos” que conhecia antes de ir para igreja.
A partir de então, não voltou mais à igreja. O pastor procurou saber o porquê ele não havia mais voltado, mas ele disse que não queria mais ir à igreja, nem queria falar nada. Os obreiros sempre insistiam para ele voltar, mas ele negava.
Começou a sair para festas, bares, ficava toda a noite fora de casa, não escutava mais ninguém, nem a própria mãe. Bebia toda a noite, até perder a noção. Esse período durou quase 4 meses, até que em uma dessas noites, no sábado, dia 7 de agosto de 2010, quando voltava para casa, ele foi abordado por um rapaz que perguntou seu nome e, em seguida, lhe feriu com três tiros na cabeça.
Ele entrou em coma e sua mãe comentou que os médicos disseram que ele já havia perdido um olho, e que era muito grave o seu estado de saúde; que era quase impossível para a medicina, porque ele tinha sangue no cérebro, e se sobrevivesse, seria um rapaz que sofreria com problemas mentais. Ele estava sobrevivendo por aparelhos e o cérebro já não reagia.
Sua mãe diz que ele foi confundido com outra pessoa, e que se soubesse que isso passaria, não o teria deixado sair da Obra de Deus.
Ainda em estado vegetativo, o hospital o mandou para casa. Depois de uma semana em casa, ele faleceu, em 24 de setembro de 2010, numa sexta-feira.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Ah! Que Dia!!!

Os Melhores Dias Ja Vividos Na Igreja Universal do Reino De Deus.........

Vamos Arrebentar..... para a Gloria do Nosso Maravilhoso Deus...